Minha história com a DII
Por muito tempo, eu vivi em alerta.
Conheci de perto a solidão de um diagnóstico que poucos entendem. O medo silencioso do próprio corpo. A sensação de estar sempre se segurando, mesmo quando tudo parecia bem por fora.
Procurei respostas em muitos lugares. E, no caminho, percebi que faltava cuidar de uma parte que ninguém olhava: o que eu sentia. Foi a partir de um mergulho profundo na minha própria alma — e de uma mudança real de estilo de vida — que entrei em remissão em apenas 5 meses. Mais do que isso: minha vida foi inteiramente ressignificada.
Foi dessa vivência que nasceu o meu olhar terapêutico — e o desejo de oferecer a outras mulheres o acolhimento que eu mesma precisei encontrar.


